Casos de uso

Última atualização: julho de 2026

Abaixo, cenários representativos de como condomínios usam o Kondopolis no dia a dia. São histórias ilustrativas — pensadas para mostrar o encaixe do produto, não depoimentos atribuídos a pessoas reais.

1. Prédio pequeno, autogestão sem administradora

Um edifício de 16 unidades trocou a administradora pela autogestão. A taxa mensal virou cobrança por Pix sem tarifa, o caixa ficou aberto a todos os moradores (cada entrada e saída com comprovante) e as decisões de gasto passaram a ser votadas — reduzindo custo fixo e desconfiança.

2. Transparência que acaba com o grupo de WhatsApp

Em vez de discussões espalhadas, o Mural de Avisos concentra os comunicados oficiais e cada morador acompanha cobranças, votações e demandas num lugar só. A prestação de contas mensal sai em PDF, pronta para o grupo, no padrão que quem vinha de administradora esperava.

3. Assembleia eletrônica assíncrona

Sem conseguir reunir quórum presencial, o condomínio passou a decidir por urnas online abertas pelo prazo definido no edital (normalmente 30 dias). A Lei 14.309/2022 autoriza a assembleia eletrônica e exige preservar voz, debate e voto — cada um vota no seu horário, o debate fica registrado e a ata é gerada automaticamente, com o mapa nominal de votos após o encerramento.

4. Portaria e funcionários sob controle

Com o controle de acesso, moradores pré-autorizam visitas e prestadores com QR, e o porteiro registra entradas e saídas num histórico imutável. A gestão de funcionários acompanha ponto e uma folha simplificada que, ao ser paga, já entra como saída no caixa.

5. Fundo de reserva que se acumula sozinho

Definindo um percentual da taxa mensal, o condomínio passou a provisionar o fundo de reserva a cada cobrança, com saldo separado do caixa operacional. O saque só acontece com uma decisão de assembleia aprovada — respeitando o que a convenção exige.

O Kondopolis é um serviço privado e não representa nenhuma entidade governamental.